Foi na missa das 9 horas que paroquianos homenagearam o grande bem feitor que cumpriu sua missão na Terra. Monsenhor Moraes partiu deixando exemplo de fé ,coragem e amizade, acompanhados de fervorosa vocação a nossa senhora.
Na
Após a ordenação foi designado Pároco de Nova Russas-CE., onde permaneceu durante mais de 10 anos, de lá, se transferiu para a Paróquia de lpu, cuja posse se deu a 10 de janeiro de 1947. Nesta importante cidade do norte cearense, ele permanece há mais de 5 décadas.
Faleceu no dia 15 de Abril de 2009
''Caminhada''
''Como Mateus, também, eu fui chamado
''Como Mateus, também, eu fui chamado
Para contigo trabalhar na vinha,
Nesta terra que é tua e que é minha,
Grande lapso de tempo é já passado.
Derramei lágrimas, encontrei espinhos
Provei delícias, me abracei com flores
Senti da vocação os seus fulgores,
Ao transpor desta vida esses caminhos.
A graça que me veio do Evangelho
Amar me faz, intensamente, o povo,
Valorizando, em tudo o homem novo
Também recuperando o homem velho.
Batendo em minha porta o teu mendigo
De vestes rotas e macilenta face,
Mostrou-me logo, sem qualquer disfarce
O ROSTO teu é meu bondoso amigo.
Do teu sagrado altar fiz meu tabor,
De tua Eucaristia eu fiz a fonte
Da luz de Cristo vinda lá do monte,
Para infundir no meu irmão amor.
O teu cálice, p’ra mim, não foi amargo,
Porque me deu dos Divinais Arcanos,
P’ra mitigar a vida nesses anos,
A fé ardente que no peito trago.
Nesta luta ferida, todo dia,
Para estender teu reino a todo mundo,
Ao teu justo, também, ao vagabundo,
Foi preciso coragem e ousadia.
Deste-me força para resistir
O duro embate que a missão reclama,
CONTINUAREI... O Evangelho chama
Irei ... Irei ... ao meu irmão servir.''
Nesta terra que é tua e que é minha,
Grande lapso de tempo é já passado.
Derramei lágrimas, encontrei espinhos
Provei delícias, me abracei com flores
Senti da vocação os seus fulgores,
Ao transpor desta vida esses caminhos.
A graça que me veio do Evangelho
Amar me faz, intensamente, o povo,
Valorizando, em tudo o homem novo
Também recuperando o homem velho.
Batendo em minha porta o teu mendigo
De vestes rotas e macilenta face,
Mostrou-me logo, sem qualquer disfarce
O ROSTO teu é meu bondoso amigo.
Do teu sagrado altar fiz meu tabor,
De tua Eucaristia eu fiz a fonte
Da luz de Cristo vinda lá do monte,
Para infundir no meu irmão amor.
O teu cálice, p’ra mim, não foi amargo,
Porque me deu dos Divinais Arcanos,
P’ra mitigar a vida nesses anos,
A fé ardente que no peito trago.
Nesta luta ferida, todo dia,
Para estender teu reino a todo mundo,
Ao teu justo, também, ao vagabundo,
Foi preciso coragem e ousadia.
Deste-me força para resistir
O duro embate que a missão reclama,
CONTINUAREI... O Evangelho chama
Irei ... Irei ... ao meu irmão servir.''
Poema de Mons. Moraes
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