Crianças carregaram cruzes nesta terça-feira (3) pelas ruas de Fortaleza,
em protesto do dia de enfrentamento à situação de crianças e
adolescentes que vivem nas ruas. As cruzes de madeira carregadas pelas
crianças na passeata simbolizavam as cruzes que as crianças moradoras de
rua precisam carregar todos os dias, como a violência, a indiferença da
sociedade e a fome.
Quase 600 pessoas participaram, entre elas, o educador social Josué
Silva, que chegou a viver nas ruas entre oito e 11 anos de idade. “Um
educador me ajudou a sair da situação de moradia na rua. Eu também estou
ajudando outras crianças que estão morando nas ruas e eu estou podendo
ajudá-las”, afirmou.
O governo não sabe informar quantas crianças e adolescentes moram nas
ruas do Brasil. Em fortaleza, o único dado é de uma pesquisa feita há
dois anos por uma Organização Não Governamental (ONG). O número de
crianças nas ruas chegava a quase 200.
A campanha
A tarde desta terça foi marcada por uma manifestação já realizada há
sete anos pela campanha nacional “criança não é de rua”. “O parlamento
brasileiro, em todos os seus níveis, os gestores públicos, têm de alocar
orçamentos para que políticas públicas sejam direcionadas às famílias
desses meninos”, defendeu o coordenador da campanha, Adriano Ribeiro.
Em Fortaleza e em outras 15 capitais brasileiras este mesmo ato foi
repetido. As cruzes foram deixadas em frente às assembleias legislativas
para protestar contra a ausência de políticas públicas voltadas para as
crianças de rua. Um pedido ao legislativo para priorizar estas crianças
no orçamento público.
Assembleia
Na Assembleia Legislativa do Ceará,
os coordenadores da campanha participaram de uma audiência pública com a
comissão de direitos humanos, momento em que foi lançado o observatório
nacional da campanha, com intuito de levantar dados.
Segundo o secretário executivo nacional da campanha, Manoel Torquato,
esses dados vão servir como subsídio para políticas públicas. “No
sentido de captar os dados, sistematizar, analisar e gerar conhecimento
capaz de suscitar o melhor atendimento para a população”, explicou.
A presidente da comissão de direitos humanos da assembleia, Eliane
Novais (PSB), informou que o legislativo estadual vai fortalecer e
receber essas informações. “Nós vamos enviar ao governador do estado do
Ceará para que a gente comece a fortalecer essa política, tenha
compromisso”, acrescentou.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Aprovação pessoal de Dilma sobe e atinge 77%, aponta Ibope
A aprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff subiu cinco pontos
percentuais e atingiu 77%, de acordo com pesquisa Ibope encomendada pela
Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta
quarta-feira-feira (4). Na pesquisa anterior, de dezembro, o índice dos
eleitores que aprovavam a maneira de Dilma de governar era de 72%.
A presidente Dilma Rousseff em viagem à
Índia na semana passada (Foto: Roberto
Stuckert Filho / Presidência)
Dos eleitores ouvidos, 5% não souberam ou não quiseram responder. Esta é
a maior aprovação pessoal da presidente Dilma nas cinco pesquisas
realizadas pela CNI desde sua posse.
Conforme a pesquisa, 19% dos eleitores desaprovam a maneira de Dilma de governar. Na pesquisa anterior, o percentual era de 21%. 2% não responderam.
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Entre 16 e 19 de março, o Ibope ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais em 142 municípios de todas as regiões do país.
O levantamento foi realizado pouco depois do auge da crise do governo com a base aliada, quando o governo sofreu derrotas em votações importantes e a presidente Dilma trocou os líderes do governo na Câmara e no Senado para tentar solucionar o impasse.
Em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma apresenta maior popularidade em comparação com os dois primeiros anos dos dois mandatos de Lula, conforme a pesquisa. Em março do segundo ano do segundo mandato, Lula tinha 73%. A melhor avaliação de Lula, no mesmo período, foi registrada em março de 2003, quando ele obteve 75%. Na última pesquisa Ibope do governo Lula, em dezembro de 2010, o ex-presidente obteve 87% de aprovação.
Entre as regiões, a melhora mais expressiva da avaliação de Dilma ocorreu na região Sudeste, onde o índice de aprovação subiu de 69% para 75%.
Avaliação do governo Dilma
O Ibope aponta que, dos eleitores, 56% consideraram como ótimo ou bom o governo como um todo, mesmo percentual do levantamento anterior, feito em dezembro. Segundo o levantamento, 8% consideraram o governo Dilma ruim ou péssimo, contra 9% na pesquisa anterior.
O percentual de brasileiros que confiam na presidente passou de 68% para 72%. Considerada a margem de erro, esse índice se manteve estável em relação ao resultado mais elevado alcançado por Dilma, em março de 2011 (74%). Houve destaque para o aumento da crença dos eleitores das regiões Sul e Nordeste na presidente. No Sul, o índice saiu de 65% para 72% e no Nordeste de 73% para 79%.
Percepção dos eleitores
A pesquisa mostra que assuntos crtíticos para o governo, como os conflitos com a base aliada e a votação do Código Florestal, foram pouco lembrados pelos entrevistados na pesquisa. A crise com a base foi lembrada por 4% dos eleitores.
Os temas mais citados foram os programas sociais voltados para mulheres, dos quais 9% dos eleitores lembraram, e as viagens da presidente Dilma Rousseff, lembadas por 7%.
O percentual de percepção sobre notícias relacionadas a corrupção no governo caiu de 28%, em dezembro de 2011, para 5% no último mês. As substituições dos ministros da Pesca e do Desenvolvimento Agrário também foram citadas espontaneamente por 4% dos entrevistados.
Aumentou também, de 21% para 28%, o percentual de eleitores que consideraram as últimas notícias favoráveis à presidente. Em dezembro do ano passado, 19% dos entrevistados avaliavam a maioria de notícias como desvaforáveis. Esse índice caiu para 14% em março.
Temas relacionados à Copa do Mundo, como a votação da Lei Geral da Copa no Congresso, foram citados por 3% dos entrevistados. O mesmo percentual de entrevistados lembrou de medidas econômicas adotadas pelo governo. A prisão pela Polícia Federal do empresário suspeito de comandar rede de jogos ilegais, Carlinhos Cachoeira, foi citada por 2% dos entrevistados.
Avaliação por áreas
A área com pior avaliação é a de impostos. A carga tributária brasileira foi desaprovada por 65% da população, seguida pelas áreas de saúde (63%) e segurança pública (61%).
Em relação a ações de combate à inflação, a desaprovação caiu de 52% em dezembro para 50% em março deste ano.
As políticas e ações de proteção ao meio ambiente tiveram crescimento da aprovação de 48% para 53%. O governo prepara para junho a Rio+20, conferência sobre desenvolvimento sustentável das Nações Unidas, que será no Rio de Janeiro.
Os principais programas da área social do governo, que tratam do combate à fome e à pobreza, estão entre as áreas que tiveram melhora na avalição pelo eleitoral, subindo de 56% para 59% de aprovação.
Os índices de aprovação são maiores na região Nordeste (63%), nas cidades do interior (62%) e em municípios pequenos de até 20 mil habitantes (69%). Outro tema aprovado pela maioria da população (53%) foi a política de combate ao desemprego. Na educação, o percentual de aprovação subiu quatro pontos percentuais, chegando a 49%.
Índia na semana passada (Foto: Roberto
Stuckert Filho / Presidência)
Conforme a pesquisa, 19% dos eleitores desaprovam a maneira de Dilma de governar. Na pesquisa anterior, o percentual era de 21%. 2% não responderam.
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Entre 16 e 19 de março, o Ibope ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais em 142 municípios de todas as regiões do país.
O levantamento foi realizado pouco depois do auge da crise do governo com a base aliada, quando o governo sofreu derrotas em votações importantes e a presidente Dilma trocou os líderes do governo na Câmara e no Senado para tentar solucionar o impasse.
Em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma apresenta maior popularidade em comparação com os dois primeiros anos dos dois mandatos de Lula, conforme a pesquisa. Em março do segundo ano do segundo mandato, Lula tinha 73%. A melhor avaliação de Lula, no mesmo período, foi registrada em março de 2003, quando ele obteve 75%. Na última pesquisa Ibope do governo Lula, em dezembro de 2010, o ex-presidente obteve 87% de aprovação.
Entre as regiões, a melhora mais expressiva da avaliação de Dilma ocorreu na região Sudeste, onde o índice de aprovação subiu de 69% para 75%.
Avaliação do governo Dilma
O Ibope aponta que, dos eleitores, 56% consideraram como ótimo ou bom o governo como um todo, mesmo percentual do levantamento anterior, feito em dezembro. Segundo o levantamento, 8% consideraram o governo Dilma ruim ou péssimo, contra 9% na pesquisa anterior.
saiba mais
Considerando a avaliação do governo, o melhor percentual registrado por
Lula foi 51% em março do primeiro ano do primeiro mandato. Mais da
metade da população, 60%, considera que o governo da presidente Dilma
está sendo igual ao do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.O percentual de brasileiros que confiam na presidente passou de 68% para 72%. Considerada a margem de erro, esse índice se manteve estável em relação ao resultado mais elevado alcançado por Dilma, em março de 2011 (74%). Houve destaque para o aumento da crença dos eleitores das regiões Sul e Nordeste na presidente. No Sul, o índice saiu de 65% para 72% e no Nordeste de 73% para 79%.
Percepção dos eleitores
A pesquisa mostra que assuntos crtíticos para o governo, como os conflitos com a base aliada e a votação do Código Florestal, foram pouco lembrados pelos entrevistados na pesquisa. A crise com a base foi lembrada por 4% dos eleitores.
Os temas mais citados foram os programas sociais voltados para mulheres, dos quais 9% dos eleitores lembraram, e as viagens da presidente Dilma Rousseff, lembadas por 7%.
O percentual de percepção sobre notícias relacionadas a corrupção no governo caiu de 28%, em dezembro de 2011, para 5% no último mês. As substituições dos ministros da Pesca e do Desenvolvimento Agrário também foram citadas espontaneamente por 4% dos entrevistados.
Aumentou também, de 21% para 28%, o percentual de eleitores que consideraram as últimas notícias favoráveis à presidente. Em dezembro do ano passado, 19% dos entrevistados avaliavam a maioria de notícias como desvaforáveis. Esse índice caiu para 14% em março.
Temas relacionados à Copa do Mundo, como a votação da Lei Geral da Copa no Congresso, foram citados por 3% dos entrevistados. O mesmo percentual de entrevistados lembrou de medidas econômicas adotadas pelo governo. A prisão pela Polícia Federal do empresário suspeito de comandar rede de jogos ilegais, Carlinhos Cachoeira, foi citada por 2% dos entrevistados.
Avaliação por áreas
A área com pior avaliação é a de impostos. A carga tributária brasileira foi desaprovada por 65% da população, seguida pelas áreas de saúde (63%) e segurança pública (61%).
Em relação a ações de combate à inflação, a desaprovação caiu de 52% em dezembro para 50% em março deste ano.
As políticas e ações de proteção ao meio ambiente tiveram crescimento da aprovação de 48% para 53%. O governo prepara para junho a Rio+20, conferência sobre desenvolvimento sustentável das Nações Unidas, que será no Rio de Janeiro.
Os principais programas da área social do governo, que tratam do combate à fome e à pobreza, estão entre as áreas que tiveram melhora na avalição pelo eleitoral, subindo de 56% para 59% de aprovação.
Os índices de aprovação são maiores na região Nordeste (63%), nas cidades do interior (62%) e em municípios pequenos de até 20 mil habitantes (69%). Outro tema aprovado pela maioria da população (53%) foi a política de combate ao desemprego. Na educação, o percentual de aprovação subiu quatro pontos percentuais, chegando a 49%.
Ceará: "Eu? Sávio Pontes!?" Toinha Carlos não confirma apoio a Sávio Pontes
Sávio Pontes fecha aliança histórica no Ipu
O prefeito
do Ipu, Sávio Pontes (PMDB), está provando ao final da sua primeira
gestão que fez o dever de casa. Transformou a cidade em canteiro de
obra. Tem problemas para resolver, mas chega ao final da gestão com o
apoio do governo Cid Gomes.
Agora,
para renovar o mandato se aliou aos adversários que reconheceram suas
realizações. Terá o apoio da ex-prefeita “Toinha”, a mais popular
liderança comunitária do Ipu. Toinha, como é conhecida, já elegeu o
marido e um filho prefeitos do Ipu. Ela vai indicar o vice.
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